Estudante de Agronomia é aprovada para intercâmbio na Argentina

Gabryele

A estudante Gabryele Silva Ramos, bolsista de iniciação científica no Laboratório de Fisiologia e Neurobiologia de Invertebrados da UFV, foi aprovada para cursar um semestre de Agronomia na Universidad Nacional de Tucumán, na Argentina, com as despesas custeadas pelo país vizinho. Gabryele chegou à cidade de San Miguel de Tucumán há poucos dias e se prepara para o começo das aulas, no dia 21 de agosto.

A estudante capixaba foi aprovada no Programa de Mobilidade Acadêmica Regional em Cursos Acreditados MARCA, implementado pelo setor educacional do Mercosul. Instituições dos quatro países membros (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e dos países associados Bolívia e Chile participam do Programa, que visa à melhoria da qualidade acadêmica e à mobilidade de estudantes, docentes e pesquisadores entre instituições e países.

Neste ano, a UFV selecionou para o MARCA, dois estudantes do curso de Agronomia e três do curso de Engenharia de Alimentos. Eles foram selecionados com base no currículo e no coeficiente de rendimento acumulado. Os cinco estudantes irão realizar intercâmbio de um semestre letivo em uma instituição de um dos países participantes.

Gabryele irá estudar na Universidad Nacional de Tucumán e está tendo a oportunidade de sair do Brasil pela primeira vez. “A motivação para participar do processo seletivo do MARCA veio do desejo forte de estar em contato com novas culturas, tradições, histórias e padrões diferentes de agricultura e agricultores. Além disso, os momentos, os amigos e o contato com a segunda língua mais falada no mundo, que eu estou vivenciando no intercâmbio, são de grande valia pessoal e profissional, motivando-me mais ainda”.

Para a monitora da disciplina ENT 360 – Entomologia Agrícola, que sempre teve vontade de conhecer outros países da América do Sul, as expectativas para estes seis meses na Argentina são as melhores possíveis. “As pessoas com quem eu tenho me comunicado são muito receptivas e simpáticas. Espero poder aprender a língua e aproveitar ao máximo as vivências e a cultura do país”.

Desde agosto de 2013, Gabryele integra a equipe do professor Eugenio Eduardo de Oliveira, no Laboratório de Fisiologia e Neurobiologia de Invertebrados. Ela avalia que a experiência que veio acumulando ao longo desse tempo, a fez crescer muito como pessoa e academicamente. “Se hoje estou participando deste intercâmbio, devo muito ao meu orientador e a toda equipe do Laboratório, que sempre investiram em mim e me fizeram ter certeza de que quero mesmo me especializar em entomologia”.

Visando os próximos passos após o intercâmbio, Gabryele sinaliza o que pretende fazer ao concluir a graduação, ela já está no décimo período: “Cursar Agronomia na UFV era um sonho quando eu estava fazendo o ensino médio (integrado ao curso técnico em Agropecuária). O sonho está se realizando: sinto-me realizada com o curso e tem sido uma grande experiência em minha vida, proporcionando vivências diferentes, ao passo que me prepara para seguir a vida acadêmica”.

Entomologia recebe inscrições para Processo Seletivo 2018/1

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Chegou a hora de se inscrever no Processo Seletivo 2018/1 do Programa de Pós-Graduação em Entomologia da UFV. São oferecidas oito vagas para o Mestrado Acadêmico e cinco vagas para o Doutorado. As inscrições começam nesta quarta-feira, dia 16 de agosto, e vão até o dia 29 de setembro, apenas pela internet. Todas as informações sobre o Processo Seletivo 2018/1 constam no edital.

 Baixe o arquivo CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DE CANDIDATOS

Mestre em Entomologia se despede da UFV com um até logo

Liêvin e família

Qual é a distância que separa você da realização dos seus sonhos? Para o biólogo Liêvin Virginio nem os 2.300 km que separam Viçosa (MG) da capital do Rio Grande do Norte, o fizeram desistir de estudar o que ele sempre quis: Entomologia. No dia 17 de julho, ele defendeu a sua dissertação e agora, mestre em Entomologia, se prepara para retornar a Natal (RN), com a filha Lis e a esposa Alinne. O retorno antecipado da família não fazia parte dos planos quando eles chegaram a Viçosa em 2015. Mas desistir dos sonhos também não faz parte. Eles se preparam para partir já pensando em voltar, pois em breve terá outro processo seletivo do PPG em Entomologia e com ele surge uma nova oportunidade para continuar estudando os insetos.

Correr atrás dos sonhos, realizar e persistir só é possível porque essa jornada não é solitária: “Não haveria vida em Viçosa se minha esposa e minha filha não estivessem comigo. Somos muito unidos. Vim pra Viçosa 15 dias antes delas. Foi necessário, mas nunca havíamos passado tanto tempo distante. A gente se completa e carregarei (ou serei carregado) essas duas pessoas maravilhosas para onde tiver de ir. Minha esposa é psicóloga e deixou a profissão de lado para me acompanhar. Minha filha tinha um ano e três meses, nem andava quando veio. Nada foi fácil, mas teria sido mais difícil sem elas”.

Mudar para uma cidade que você não conhece, distante de amigos e familiares, se adaptar a um clima bem diferente daquele ao qual você estava acostumado e encarar uma nova rotina foram alguns dos desafios que a família enfrentou. Liêvin conta que ele se adaptou tranquilamente, já a esposa e a filha, nem tanto: “Não falo tanto sobre a bipolaridade do clima da cidade (calor e 5 minutos depois, chuva forte), nem sobre a época do calor intenso e frio intenso. A rotina da nossa família era a UFV. Eu tinha essa rotina, elas não, e isso não foi bom. Minha esposa tentou atuar como psicóloga, mas não deu certo em clínicas. Continuou exercendo a profissão via Skype”.

 Motivação

Mas apesar dos desafios, o biólogo garante que os dois anos em Viçosa fortaleceram a família, que retorna à sua cidade de origem ainda mais unida.  Além disso, a bagagem vai recheada de outras coisas boas, que Liêvin descreve entre risos: “Levarei o título de mestre em Entomologia, cafés especiais e queijos artesanais (além do doce de leite Viçosa!). Estou brincando, mas não mentindo! O título de mestre me dará força para concorrer em alguns processos seletivos e será muito importante daqui para frente. Levo a arte de fazer queijo artesanal para minha terra como uma diversão a mais nos finais de semana. Meu sogro tem um sítio com umas vaquinhas e pretendo fazer uns queijinhos para consumo próprio. Mas a maior bagagem que levo de Viçosa é a força e união que nós três adquirimos nesses dois anos”.

Liêvin e família 1

Além do amor pela família, o biólogo também não esconde as suas outras paixões, como o escotismo, a culinária, a leitura e a entomologia. O interesse pelo estudo dos insetos surgiu durante a graduação, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), quando ele tirou a sua primeira nota 10, justamente na disciplina Entomologia. A boa nota o motivou: “Me aproximei do professor da disciplina e tentei criar um formigueiro. A ideia não deu certo. Em 2008, fiz concurso para monitoria e passei. Fiquei dois anos como monitor de Entomologia e nesse período, criei o Distintivo de Especialidade em Entomologia para Escoteiros. Desde 2010, qualquer escoteiro do Brasil pode conhecer a ciência dos insetos e usar um distintivo para ajudar a difundir esse conhecimento. Após a monitoria, ingressei em um projeto de ectoparasitos de aves marinhas e o campo de pesquisa era o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, um pedaço de rocha no meio do oceano Atlântico, entre o Brasil e a África”. Mas foi em 2011, durante um congresso em São Paulo, que a Entomologia UFV passou a ser um sonho para Liêvin: “Assisti a uma palestra do professor Angelo Pallini sobre o PPGENTO e voltei para Natal com uma vontade enorme de ser aluno da UFV”.

Depois da sua formatura, o ingresso na pós-graduação foi adiado, mas nunca esquecido, como o biólogo faz questão de enfatizar: “Me formei em 2012 e já estava trabalhando na área. Na época, era muito complicado se formar já atuando, e eu fui deixando de lado a vontade de trilhar o caminho acadêmico. Deixando de lado, mas nunca esqueci. Em 2015, saí do emprego numa escola em Natal e, pouco tempo depois, deitado numa rede, acessei o site do PPGENTO-UFV e vi que a seleção estava aberta. Pode até parecer engraçado, mas só em saber que poderia participar da seleção já me deixou emocionado. Fiz a prova, passei e no dia do resultado, conversei com pessoas que me motivaram muito a enfrentar uma distância de mais de 2 mil km para estudar o que eu sempre quis”.

 Experimentos

Na UFV, Liêvin integrou a equipe do professor José Eduardo Serrão, no Laboratório de Ultraestrutura Celular. “O professor Serrão tem uma relação muito boa com seus orientados. O respeito que todos têm por ele foi conquistado, não exigido. Essa relação de ‘amor substituindo o temor’ é muito importante em um ambiente de pós-graduação, pois o caminho não é nada fácil e se a relação com a equipe de laboratório não for boa, o seu tempo de pesquisa se tornará um trabalho de Sísifo. A atenção e o apoio que temos do professor Serrão nos faz querer ser um profissional como ele. Não há ensinamento que se compare ao exemplo, e Serrão é exemplo para todos do Laboratório de Ultraestrutura Celular”.

Além das pesquisas que conduzia no laboratório do professor Serrão, Liêvin se dedicou a outros experimentos, que por sinal, ele recomenda com humor aos colegas pesquisadores. Longe das lupas e microscópios, o cenário passava a ser a cozinha, entravam em cena as panelas, utensílios e bons ingredientes: “Acho que todo pesquisador deveria cozinhar. Cozinhar é fazer experiências em curto prazo”.

Ele conta que se tornou um cozinheiro ainda mais curioso e vai além: “Esses dois anos de Viçosa me tornaram um pai mais apaixonado (amo minha filha mais que tudo), um escoteiro melhor (fiz de tudo pra deixar os locais que passei um pouco melhor do que como os encontrei), leitor mais voraz ainda (consegui realizar minhas leituras obrigatórias sem deixar de lado a leitura do lazer) e um entomólogo. Sempre quis ter esse compromisso social de levar a ciência dos insetos a todos ao meu redor. Agora, terei mais força para isso”.

 O que vem pela frente

Força pelo visto não vai lhe faltar para concretizar os planos daqui para frente: “Quando vim pra Viçosa, os meus planos eram fazer com que a UFV fosse um trampolim na minha vida. A UFV de fato foi um trampolim, mas ainda não aterrissei. Voltar para Natal pode ser um passo pra trás, mas nunca uma aterrissagem. Em novembro, terá outra seleção do PPGENTO e irei participar. Até o fim do ano, irei prestar concurso para o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), publicar a minha dissertação, aguardar o resultado do edital para Doutorado Pleno no Exterior do CNPq, além de tentar voltar para Viçosa”.

No último processo seletivo da Entomologia, Liêvin não atingiu a pontuação necessária para seguir para a próxima etapa e afirma: “Não é porque não atingi a aprovação para o doutorado que irei desmerecer o sistema de avaliação. É um processo diferente de muitos que vemos por aí. O candidato constrói um perfil de pesquisador. Esse perfil é que será avaliado”.

Se preparando para ser avaliado novamente, Liêvin sabe dos desafios que estão por vir. Mas, sobretudo, sabe tudo o que foi preciso para chegar até aqui. Questionado sobre o que o candidato de dois anos atrás falaria para o mestre que agora sai de Viçosa, ele é enfático: “Cara, agora você é mestre em Entomologia. Você alcançou um dos seus sonhos (um pouco de vaidade) acadêmicos. Parabéns! Agora, não pare. Continue cozinhando, amando a sua família, lendo seus livros, escrevendo seus textões nas redes sociais e tomando seus cafés especiais. Mas não pare de buscar seus objetivos. Quando você saiu da escola em que trabalhava em 2015, disse que se tornaria melhor que aqueles que o limitavam. Você já é, mas pode ir além. Não pare! Se nunca tentar, nunca saberá! Seu objetivo é ser professor de nível superior. Então, bata na porta até ela se abrir. Já deu certo, você é um vencedor”.

Confira o calendário das próximas defesas

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 Discente: Valdeir Celestino dos Santos Júnior

Titulo da dissertação: Histopatologia de órgãos não-alvo do predador Podisus nigrispinus (Heteroptera: Pentatomidae) por bioinseticida

Orientador: José Cola Zanuncio

Dia: 26/07/2017 (quarta-feira)

Horário: 8h30min

Local: sala de reuniões II, 105, Bioagro

 

 Discente: Samira Ravaiano

Título da tese: Morfologia do tubo dorsal pulsátil e alterações nas populações de hemócitos de Melipona quadrifasciata após tratamento com o inseticida Imidacloprid e infecção bacteriana

Orientador: Gustavo Martins

Dia: 27/07/2017 (quinta-feira)

Horário: 8h

Local: sala de reuniões da Entomologia

ENT 390 coloca futuros agrônomos em contato com diferentes realidades agrícolas

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Trabalhar questões do uso de agrotóxicos no campo diretamente com o produtor, enfatizando como a gestão do controle de pragas afeta toda a produção agrícola e a vida do agricultor. Esse é o objetivo da disciplina ENT 390 – Receituário Agronômico e Deontologia, oferecida há 22 anos como optativa aos concluintes do curso de Agronomia. Buscando aproximar os futuros agrônomos da realidade agrícola de diferentes regiões, a ENT 390 integra teoria e prática, com a participação de professores de vários departamentos da UFV e de profissionais de outras instituições.

Idealizada e coordenada pelo professor Angelo Pallini desde o início, a ENT 390 oferece várias atividades práticas, onde os alunos podem vivenciar situações pelas quais passarão como profissionais. De acordo com o coordenador, “a dinâmica da disciplina implica em formar duplas de discentes para visitarem uma propriedade de pequenos produtores em municípios num raio de 130 km de Viçosa (MG). As visitas são realizadas a cada 15 dias ao longo do semestre letivo, sendo intercaladas com aulas em sala, onde são convidados profissionais para apresentarem palestras, como representantes do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), do IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), indústria, professores convidados, entre outros”.

Os produtores que recebem a visita dos estudantes são selecionados pela Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) do município, parceria da disciplina. Ao longo de 22 anos, todas as propriedades visitadas apresentam o perfil de pequenos produtores, com produção agropecuária de subsistência e normalmente com baixo nível de tecnificação rural. “O argumento para explicar o baixo nível de tecnologia aplicada é a região montanhosa e culturalmente travada para diversificação rural” – comenta Pallini.

Outra realidade agrícola

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Para fazer o contraponto com a realidade da região de Viçosa, todos os anos, os alunos da disciplina visitam o município de Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo. Segundo o professor do Departamento de Entomologia, “a viagem à Venda Nova do Imigrante mostra aos discentes que outra região igualmente montanhosa, que dificulta o uso de máquinas, diversificou a produção e os produtores locais têm melhor produtividade e retorno econômico do que os da região de Viçosa. Inclusive, há produtores que transformaram a propriedade convencional em agroturismo, demonstrando que a criatividade aliada ao conhecimento muda o perfil da ação agrícola e a vida do produtor para melhor. Isso provoca mudanças na forma de pensar do futuro profissional, que sai da disciplina com uma visão mais crítica e com uma abordagem mais instrumentalizada para agir na sua vida profissional. Durante o processo da disciplina não são usados apenas os conhecimento da Fitossanidade, mas também a integração de outras disciplinas já vivenciadas pelos alunos ao longo do curso de Agronomia, como Sociologia Rural, Planejamento Rural, Cálculo, Fitotecnia, Zootecnia, Solos, Fertilidade, Ecologia, etc.”.

Ao longo de mais de duas décadas, o responsável por apresentar aos alunos da ENT 390 essa outra realidade é o pesquisador Hélcio Costa, do Incaper (Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural). De acordo com o fitopatologista, que é natural de Viçosa, mas mora em Venda Nova de Imigrante há muitos anos, o que diferencia as duas regiões, além de características geográficas, são fatores históricos e culturais: “Em Venda Nova do Imigrante a colonização é italiana e o povo vive da agricultura desde os tempos antigos. Isto é o diferencial, o amor à terra que ganharam do governo no pós-guerra. Infelizmente, na Zona da Mata isso não acontece, apesar de todo esforço que a universidade faz para mudar. Aqui também tem o diferencial de estarmos a 90 km da capital Vitória e termos um agroturismo forte, que ajuda muito”.

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Visita deste ano

2ªComo já é tradição, neste ano, os alunos da ENT 390 também visitaram o município de Venda Nova do Imigrante. A viagem realizada no dia 23 de junho possibilitou aos formandos conhecer várias propriedades da região Serrana. “Tentamos levar os alunos em propriedades de ponta, como foi a visita nas lavouras do senhor Geraldo Gobbi, que é o maior produtor de tomate enxertado em nível de campo do Brasil, além de possuir uma máquina de classificação de frutos que é uma das mais modernas do país. Depois, visitamos uma produtora orgânica de morangos que é referência na produção no Espírito Santo e no Brasil. Fomos na Agropecuária Zandonade, onde tem mexerica ponkan, abacate e café, tudo feito dentro das técnicas agronômicas. Depois visitamos a Fazenda Carnielli, referência em agroturismo, cujo um dos sócios é formado em Agronomia na UFV. Foi traçado um perfil da empresa e passados detalhes da sua fundação até os dias de hoje. Também fomos à Fazenda Marin, que cultiva pêssegos e é a maior produtora do estado. O pai e os dois filhos também são formados na UFV. Rodrigo, um dos filhos, nos recebeu na propriedade. Ele é  o responsável por toda a condução da lavoura” – descreve o pesquisador do Incaper.

O formando do curso de Agronomia Leonardo Araujo Oliveora participou da excursão e mesmo para ele que é natural de Venda Nova do Imigrante, a visita mostrou características bem interessantes: “Apesar de conhecer a região, sempre tem propriedades e/ou locais que não é permitida a visitação sem acompanhamento, as quais foram possíveis conhecer através da disciplina”. Visando o futuro profissional já bem próximo, Leonardo avalia que a ENT 390 permite “vislumbrar e praticar diversas atividades que poderão ser executadas profissionalmente. A disciplina é extremamente importante por nos permitir acompanhar a vivência em uma propriedade da região de Viçosa e aplicar os conhecimentos aprendidos ao longo do curso em algumas situações práticas”.

Confira também alguns registros do Dia de Campo, realizado no município de Canaã (MG), no dia 7 de julho, como parte das atividades da ENT 390: