Integrantes do PPG em Entomologia participam do XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, em Aracaju

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Durante o XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, a orientadora do PPG em Entomologia Madelaine Venzon ministrou uma palestra sobre “Aporte da biodiversidade para o controle biológico de pragas: análise das relações ecológicas”. Atendendo ao convite da organização do evento realizado em Aracaju (SE), de 4 a 7 de novembro, a orientadora do PPG em Entomologia integrou a roda de diálogo “Sistemas regenerativos, biodiversidade e controle biológico”.

IMG_3554-1Além disso, a pesquisadora da Epamig coordenou a roda de diálogo “Manejo Agroecológico de Pragas”, que contou com a participação da professora do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNM) Maíra Queiroz Rezende, egressa do PPG em Entomologia, e da doutoranda Fernanda Pereira Andrade. Juntamente com as doutorandas Elem Fialho Martins, Jessica Mayara Botti e Mayara Loss Franzin, Fernanda integra a equipe do projeto “Popularização do conhecimento científico, técnico e tradicional sobre manejo agroecológico de pragas e doenças”, coordenado pela pesquisadora Madelaine Venzon e que foi apresentado oralmente no XI Congresso Brasileiro de Agroecologia. Durante o evento, a equipe de Viçosa (MG) ainda apresentou o trabalho “Dinâmica de insetos herbívoros e predadores na escala da propriedade: o papel dos habitats cultivados e não cultivados”, oriundo da pesquisa de doutorado do egresso Pedro Togni, atual professor da Universidade de Brasília (UnB).

O XI Congresso Brasileiro de Agroecologia teve como “objetivo aprofundar o debate epistemológico, fortalecendo as conexões entre a ciência, a prática e o movimento agroecológico, considerando a Agroecologia como ciência que potencializa e integra o processo de construção do conhecimento e valoriza os diferentes modos de vida, os agroecossistemas locais e seus territórios, a diversidade ecológica e econômica, as tradições e manifestações culturais e artísticas”.

Nessa perspectiva, o evento buscou “subsidiar políticas públicas para erradicação da miséria, mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, convivência com o semiárido e o redesenho dos agroecossistemas; ainda, dar visibilidade e importância aos saberes das famílias agricultoras, povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, extrativistas, ribeirinhos, pescadores, marisqueiras, fundo de pasto, faxinais, quebradeiras de coco, catadoras de mangaba e outras comunidades tradicionais na construção da Agroecologia em espaços conformados para o intercâmbio de experiências e conhecimentos das agricultoras e agricultores experimentadores, evidenciando o seu protagonismo na construção do conhecimento agroecológico”.

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